Chega o sinal da cruz do sul,
Não interprete como um simples azul.
Busque se satisfazer,
Nunca negue aquele que tu és de ser,
Caminhe pelas florestas de Merlin apreciando aquilo que vê.
Este é o sinal da cruz do oeste,
As luzes brilham aqui como as torres do leste.
Marque seu caminho e faça resplandecer,
Viva sem culpa o prazer,
E aqueles que o condenarem,
Desaparecem!
Agora é o sinal da cruz do norte,
Confie e se jogue cada vez mais forte.
O escravo também anseia se satisfazer,
Não tenha medo de...sua vontade...fazer.
Este é o sinal da cruz do sul,
Caminhe pelas tonalidades incomuns do azul.
As nuvens irão clarear aqueles que agraciarem,
A brisa do oceano abençoará aqueles que nadarem,
E aqueles que...sua própria vontade...negarem,
Desaparecem!