No centro da floresta nua,
Mostrando a beleza oculta,
Observando as estrelas e a lua,
Para que o espetáculo se construa.
Nos bosques escuros para se esconder,
E os segredos revelados escrever.
Onde o rato astuto se esconde
Para que a cobra venenosa não o encontre.
A natureza tende a se ocultar
Para que o tolo cortês não consiga encontrar.
O nome divino que nós chama,
A arte de milênios que nós proclama.
O teatro majestoso onde se encenará a vida,
Uma grossa e vermelha cortina rica.
Nos bosques escuros para se esconder,
A beleza oculta que ninguém vê,
Reunidos para festejar e assim viver,
Escondidos daqueles que não compreendem o "porquê".
Colhendo a bela maçã,
Cantando sempre para a luz do amanhã.